Sobre o Seminário

Seminário Internacional Política, Planejamento e Gestão das Regiões e Redes de Atenção à Saúde no Brasil

As estratégias de regionalização e de conformação de redes de atenção à saúde têm contribuído para a ampliação do acesso e a redução das desigualdades em saúde? Quais lições podem ser aprendidas com as experiências de regionalização da saúde no Brasil e no mundo? Quais são os limites e desafios atuais do planejamento regional da saúde? Estas são algumas das perguntas norteadoras do projeto Região e Redes – Caminhos da Universalização no Brasil (www.resrbr.net.br), grupo multidisciplinar de pesquisa que busca avaliar os processos de organização, coordenação e gestão envolvidos na conformação de regiões e redes de atenção à saúde.

Nos dias 7 e 8 de dezembro de 2015, os pesquisadores envolvidos no projeto estarão reunidos para discutir as tendências dos processos de descentralização da saúde em âmbito global no Seminário Internacional Política, Planejamento e Gestão das Regiões e Redes de Atenção à Saúde no Brasil. O encontro será  no auditório Paula Souza da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP).

Depois de algumas décadas da instauração do processo de regionalização dos sistemas de saúde em diversos países, quais avanços e limites podem ser identificados? O seminário possibilitará discutir essa questão a partir da apresentação de experiências internacionais em três países com sistemas universais de saúde (Canadá, Espanha e Portugal), assim como de aprendizados e inovações em função da implementação das regiões de saúde em alguns estados brasileiros.

A discussão acerca de como as redes e tecnologias podem colaborar para a superação das desigualdades regionais será outra das temáticas abordadas e também contará com o aporte de contribuições internacionais (Itália e Suíça). Outros temas importantes, como a crise do Estado, a reconfiguração dos sistemas de proteção social, o financiamento da saúde, a articulação federativa e a incorporação tecnológica, também serão discutidos no seminário, o que permitirá realizar um balanço da situação no Brasil, segundo diferentes atores, visões e escalas.

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