Mesa 2 – Crise do Estado, Reformulação dos Sistemas de Proteção Social e Impasses da Territorialização da Saúde na Atual Fase de Globalização

José Carvalho de Noronha, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (ICICT/Fiocruz) – Apresentou uma visão macro com ênfase para o crescimento da desigualdade no mundo, com o contínuo enriquecimento do 1% mais rico do mundo.

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Eduardo Fagnani, do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (IE/Unicamp) – Traçou um panorama do quadro político com tendência neoliberal que predomina no mundo. O Brasil está seguindo o caminho europeu ao fazer o ajuste fiscal, mas não devia com a economia em recessão.

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Javier Rey del Castillo, consultor sênior do Ministério da Saúde da Espanha – Traçou um paralelo do Brasil com Portugal e Espanha, países que saíram também da ditadura nos anos 1979 e 1980. Lembrou que os EUA é um dos únicos países desenvolvidos do mundo que não possui sistema público de saúde universal, a não ser para grupos específicos, como os veteranos de guerra. Dividiu sua apresentação em 3 partes: a experiência europeia (pioneira) de criação e de evolução dos serviços de saúde; a evolução e a situação dos serviços de saúde na América Latina sob uma perspectiva exterior; e os efeitos da globalização sobre os serviços saúde.

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